terça-feira, julho 28, 2026
Diario de Palmas
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Saúde
  • Internacional
  • Geral
  • Contato
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Saúde
  • Internacional
  • Geral
  • Contato
No Result
View All Result
Diario de Palmas
No Result
View All Result
Home Últimas Notícias

Justiça afasta policiais penais suspeitos de facilitar regalias a presos e movimentar R$ 2,6 milhões

redacao by redacao
25/07/2026
in Últimas Notícias
0 0
0
Justiça afasta policiais penais suspeitos de facilitar regalias a presos e movimentar R$ 2,6 milhões
0
SHARES
0
VIEWS
Share on FacebookShare on Twitter


Unidade prisional de Araguatins, no Bico do Papagaio
Reprodução/Google Street View
Dois policiais penais foram afastados dos cargos pela Justiça por suspeita de envolvimento com lideranças de um esquema criminoso investigado pela polícia. Segundo o Ministério Público do Tocantins (MPTO), dois presos tinham regalias na prisão, e os policiais investigados fizeram transações em dinheiro suspeitas. Um deles movimentou R$ 2,6 milhões nos últimos cinco anos.
Os policiais trabalhavam na Unidade Prisional de Araguatins, na região do Bico do Papagaio. Os nomes não foram informados, e o g1 não conseguiu contato com a defesa deles até a última atualização desta reportagem.
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp
Segundo o MPTO, a investigação é um desdobramento da Operação Falsum Imperium, que levou à prisão de suspeitos de participar de um esquema de estelionato e fraudes digitais.
As lideranças do grupo criminoso, identificadas pelo MPTO como Diego Freitas da Silva e Thalisson Igor dos Santos, foram presas preventivamente e estão na unidade prisional de Araguatins. O g1 não conseguiu contato com a defesa deles até a última atualização desta reportagem.
Agora no g1
Durante diligência realizada na unidade, foi verificado que eles permaneciam fora das celas, usufruindo de tratamento diferenciado e incompatível com a rotina da unidade.
A Secretaria da Cidadania e Justiça (Seciju) informou que adotou medidas administrativas após tomar conhecimento dos fatos, incluindo o afastamento dos servidores envolvidos. A secretaria afirmou que não compactua com irregularidades e que continuará colaborando com as autoridades para o esclarecimento do caso. (Leia íntegra da nota abaixo).
O SINDIPPEN/TO afirmou que acompanha o afastamento de dois servidores da Unidade Prisional de Araguatins e destacou que investigações devem ser realizadas, mas que o afastamento cautelar não representa condenação. O sindicato reforçou o direito à defesa e afirmou que eventuais responsabilidades são individuais, sem atingir toda a categoria dos policiais penais. (Leia nota na íntegra abaixo).
LEIA MAIS
Grupo suspeito de aplicar golpes virtuais é preso após movimentar mais de R$ 4 milhões
Mulher é presa suspeita de envolvimento na execução de homem dentro de casa
Investigação mostrou relação estreita
Os dados levantados no processo, por meio de provas digitais e da quebra de sigilo bancário, revelaram transações financeiras atípicas e uma estreita relação de convivência entre os policiais penais e os presos.
A investigação constatou que um dos policiais penais possuía movimentação financeira de R$ 2,6 milhões nos últimos cinco anos, montante apontado como incompatível com os rendimentos do cargo público.
Também foram identificadas transferências bancárias diretas feitas pelo servidor para a conta de um dos presos. Além disso, o próprio investigado admitiu possuir amizade com o detento.
Em relação ao outro policial, foram apurados repasses financeiros para o irmão de uma das lideranças, e foram localizadas mídias em um celular apreendido que comprovam contato frequente e relação próxima com os suspeitos.
Afastamento e proibições
Além do afastamento das funções públicas, a Justiça também determinou:
Proibição aos investigados de frequentar a Unidade Penal Regional de Araguatins, bem como qualquer outra unidade prisional, delegacia ou prédio administrativo vinculado à Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju) e à Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP).
Proibição de manter contato direto ou indireto com outros investigados, além de testemunhas do processo.
Foi ordenado o bloqueio imediato das credenciais e acessos dos servidores a todos os bancos de dados e sistemas da Seciju e da SSP.
A decisão ainda determinou a notificação da Corregedoria-Geral do Sistema Penitenciário e da Seciju para cumprir o afastamento e abrir procedimentos disciplinares.
Em caso de descumprimento de qualquer uma das obrigações impostas, poderá ser decretada a prisão preventiva dos investigados.
Nota na íntegra do Seciju
A Secretaria da Cidadania e Justiça (Seciju) informa que, assim que tomou conhecimento dos fatos, iniciou imediatamente a adoção das medidas administrativas cabíveis, incluindo a preparação do processo de afastamento dos servidores envolvidos.
A Pasta reforça que não compactua com qualquer prática delituosa ou tratamento diferenciado a pessoas privadas de liberdade e atua com rigor diante de qualquer conduta que contrarie a legalidade e os princípios da administração pública.
A Seciju segue à disposição das autoridades competentes, colaborando integralmente com as investigações e prestando todas as informações necessárias para o esclarecimento dos fatos.
Nota na íntegra do SINDIPPEN/TO
O SINDIPPEN/TO acompanha com atenção e seriedade a notícia sobre a decisão que afastou dois servidores da Unidade Prisional de Araguatins. Não subestimamos a gravidade do que se apura, nem questionamos o direito de o Ministério Público investigar e o de a Justiça decidir. Todo desvio deve ser apurado, doa a quem doer. Feita essa ressalva, é preciso afirmar com a mesma clareza aquilo que o noticiário costuma atropelar: afastamento cautelar não é condenação.
É medida provisória, tomada no começo de uma apuração, quando ainda não houve julgamento, defesa produzida nem sentença. Existem, por ora, indícios e uma investigação em curso. E a lei brasileira é categórica ao presumir inocente quem ainda não foi julgado.
Essa presunção não é um privilégio de investigado; é a garantia que protege qualquer cidadão contra a condenação antecipada, inclusive a que se faz pela repercussão. O sindicato não existe para blindar quem erra. Existe para assegurar que ninguém seja punido antes de se defender e para impedir que a conduta atribuída a uma ou duas pessoas recaia sobre as costas de uma categoria inteira. São centenas de policiais penais que, no Tocantins, trabalham em condições duríssimas, mal equipados e em número insuficiente, e que nada têm a ver com aquilo que agora se investiga.
Se houver responsabilidade, ela é pessoal e tem nome. Não é da classe. Quanto à assistência jurídica, nossa posição é a de sempre: o servidor filiado que nos procurar terá à disposição a assessoria do sindicato para exercer seu direito de defesa, como asseguramos a qualquer integrante da categoria, sem exceção e sem juízo prévio.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: https://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2026/07/24/justica-afasta-policiais-penais-suspeitos-de-facilitar-regalias-a-detentos-e-movimentar-r-26-mi.ghtml

Previous Post

Receita prevê arrecadar R$ 17,2 bilhões com IR sobre dividendos

Next Post

Policial civil é baleado durante tentativa de assalto no ABC Paulista

redacao

redacao

Next Post
Policial civil é baleado durante tentativa de assalto no ABC Paulista

Policial civil é baleado durante tentativa de assalto no ABC Paulista

© 2026 DIÁRIO DE PALMAS

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Economia
  • Educação
  • Saúde
  • Internacional
  • Geral
  • Contato

© 2026 DIÁRIO DE PALMAS